Ação do programa mãe coruja recife sobre violência obstétrica em adolescentes gestantes

Autores

  • Mariana de Fátima Alves Arruda UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO/RESIDENTE DE SAÚDE DA FAMÍLIA
  • Maria Caroline Machado Serafim
  • Andreza de Oliveira Melo
  • Juliana Maria Batista Ferreira
  • Mykaella Monyque da Silva Lima

Palavras-chave:

Saúde, Obstétrica, Parto

Resumo

Introdução: Até o final do século XVIII, o parto era um ritual das mulheres. No final do século XIX, o parto e o nascimento, começam ser encarados como um evento médico e masculino, a mulher deixa de assumir a figura de protagonista do parto, cabendo ao médico a condução desse processo. Em 2014, foi originado o Programa Mãe Coruja Recife, com objetivo acolher gestantes. Sua principal finalidade é o decréscimo de mortalidade materna-infantil. Objetivo: Realizar roda de conversa sobre violência obstétrica com adolescentes pertencentes a uma USF de Recife. Percurso metodológico: Realizada em 2019, com a facilitação de profissionais de saúde. Participaram gestantes adolescentes com idades entre 15 e 18 anos. Resultados: Esta ação foi dividida em duas partes: a primeira refere-se às dúvidas das gestantes sobre a definição de violência obstétrica. Foi perceptível que parte das adolescentes desconheciam sobre as situações de violência. Na segunda parte houve uma conversa com as gestantes, onde foram relatados exemplos de violência obstétrica, sendo um destes, a negligência. Diante deste cenário, é necessário que a humanização no parto seja de responsabilidade da equipe interprofissional. Considerações Finais: Portanto, com esta ação, espera-se que as gestantes sejam instruídas sobre situações de violência obstétrica, sendo assim protagonistas do seu parto.

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Publicado

2021-04-22

Como Citar

Alves Arruda, M. de F., Machado Serafim, M. C., Oliveira Melo, A. de, Batista Ferreira, J. M., & da Silva Lima, M. M. (2021). Ação do programa mãe coruja recife sobre violência obstétrica em adolescentes gestantes . Revista De Extensão Da UPE, 6(Suplemento 1), 5–6. Recuperado de https://www.revistaextensao.upe.br/index.php/reupe/article/view/106